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Brasil está sendo invadido pelos Estados Unidos, diz Assange – Notícias – R7 Internacional


Julian Assange falou durante o seminário Liberdade, Privacidade e o Futuro da InternetREUTERS/Sunshine Press Productions

O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, disse na noite desta quarta-feira (18), durante videoconferência em São Paulo, que as denúncias de espionagem americana em território brasileiro revelam que os Estados Unidos estão invadindo o Brasil.

“O que significa quando uma lei sai de seu território [para agir em outro]? Vocês estão sendo invadidos por uma jurisdição, que está fazendo valer sua lei no estrangeiro”, declarou Assange durante o seminário Liberdade, Privacidade e o Futuro da Internet, organizado pela Secretaria Municipal de Cultura e pela Boitempo Editorial.

Assange fez as declarações por meio de uma videoconferência direto da Embaixada do Equador em Londres, onde está asilado desde junho de 2012.

A lei citada por Assange trata-se do Ato Patriótico, aprovado pelo Congresso americano logo após os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001.

A chamada lei do terrorismo permitiu que os americanos realizassem escutas telefônicas e quebrassem sigilos para investigar possíveis atos de terrorismo. Técnicas violentas de interrogatório também foram empregadas no Oriente Médio. Para Assange, o aparato de espionagem global montado pelos EUA é consequência disso.

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Segundo o australiano, esse cenário revela que há um colapso do estado de direito no Ocidente.

— É um colapso dos direitos humanos.

Para o fundador do WikiLeaks, site que revelou boa parte das violações aos direitos humanos que os americanos cometeram na chamada guerra ao terror, os EUA montaram um aparato de vigilância massiva no mundo inteiro.

— Quase todas as comunicações da América Latina (98%) passam pelos EUA. Toda a estrutura [tecnológica] da comunidade do Brasil foi roubada pelos Estados Unidos. Cada pessoa que se comunica aqui está embutida nessa estrutura.

Ao mesmo tempo, diz Assange, essa infraestrutura de telecomunicações “torna possível esse tipo de comunicação, entre mim, aqui na Embaixada do Equador em Londres, e vocês, no Brasil”.

Julian Assange, de 42 anos, está refugiado na Embaixada do Equador em Londres, na Grã-Bretanha, desde 19 de junho para evitar a extradição à Suécia, onde querem interrogá-lo sobre denúncias de crimes sexuais.

O ex-pirata da informática, que enfureceu Washington em 2010 quando seu site WikiLeaks publicou milhares de documentos diplomáticos secretos dos Estados Unidos, disse que teme ser enviado a esse país, onde acredita que sua vida correria risco.

Até o momento, nem os Estados Unidos nem as autoridades suecas fizeram acusações formais contra Assange. Promotores suecos querem interrogá-lo sobre acusações de violação e agressão sexual feitas por duas participantes do WikiLeaks em 2010.

Assange disse que teve relações sexuais consentidas com as mulheres que o denunciaram.

Fonte: Brasil está sendo invadido pelos Estados Unidos, diz Assange – Notícias – R7 Internacional

Rede Globo pede direito de resposta ao The Guardian e leva fora


Depois de ser citada em texto do The Guardian que trata do que está por trás do impeachment de Dilma Rousseff no Brasil, a Rede Globo exigiu um direito de resposta, mas recebeu o desprezo do jornal britânico

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William Bonner, editor-chefe do Jornal Nacional, telejornal de maior audiência do Brasil. Seu patrão, João Roberto Marinho, está incomodado com a repercussão internacional do impeachment

A publicação de um artigo de David Miranda no jornal britânico The Guardian provocou (leia o texto abaixo) forte reação das Organizações Globo.

Por meio de seu vice-presidente, João Roberto Marinho, o grupo Globo insistiu para que o jornal publicasse uma resposta ao texto, dizendo que jamais houve apoio ao processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.

O The Guardian tratou a Globo de uma maneira que a emissora não está acostumada no Brasil: com desprezo.

Na ânsia de produzir uma contra-narrativa ao texto do The Guardian, o poderoso executivo da Globo enviou sua opinião, numa tentativa de rebater os elementos apontados no jornal britânico. O texto de Marinho, no entanto, foi relegado à singela caixa de comentários do jornal e não foi publicado.

Em seu texto “A razão real que os inimigos de Dilma Rousseff querem seu impeachment”, Miranda apresenta ao mundo os interesses que estão por trás do golpe em curso no Brasil. Entre eles, o da mídia, setor extremamente concentrado no país.

Desde o início do processo de impeachment de Dilma, outros diversos veículos internacionais denunciaram o golpe em curso no Brasil e manifestaram preocupação com a condução do caso por Eduardo Cunha (PMDB).

Ps.: No jornal O Globo, dois textos desmentem a tese de Marinho de que a Globo não apoia o impeachment. São os editoriais intitulados “O impeachment é uma saída institucional da crise” e “Tempo no impeachment corre contra o país”. A cobertura enviesada do Jornal Nacional, comandado por William Bonner, também é um elemento que merece destaque.

Abaixo, leia a íntegra do texto que enfureceu a família Marinho:

“A razão pela qual os inimigos de Dilma querem seu impeachment”

A história da crise política no Brasil, e a mudança rápida da perspectiva global em torno dela, começa pela sua mídia nacional. A imprensa e as emissoras de TV dominantes no país estão nas mãos de um pequeno grupo de famílias, entre as mais ricas do Brasil, e são claramente conservadoras. Por décadas, esses meios de comunicação têm sido usados em favor dos ricos brasileiros, assegurando que a grande desigualdade social (e a irregularidade política que a causa) permanecesse a mesma.

Aliás, a maioria dos grandes grupos de mídia atuais – que aparentam ser respeitáveis para quem é de fora – apoiaram o golpe militar de 1964 que trouxe duas décadas de uma ditadura de direita e enriqueceu ainda mais as oligarquias do país. Esse evento histórico chave ainda joga uma sombra sobre a identidade e política do país. Essas corporações – lideradas pelos múltiplos braços midiáticos das Organizações Globo – anunciaram o golpe como um ataque nobre à corrupção de um governo progressista democraticamente eleito. Soa familiar?

Por um ano, esses mesmos grupos midiáticos têm vendido uma narrativa atraente: uma população insatisfeita, impulsionada pela fúria contra um governo corrupto, se organiza e demanda a derrubada da primeira presidente mulher do Brasil, Dilma Rousseff, e do Partido dos Trabalhadores (PT). O mundo viu inúmeras imagens de grandes multidões protestando nas ruas, uma visão sempre inspiradora.

Mas o que muitos fora do Brasil não viram foi que a mídia plutocrática do país gastou meses incitando esses protestos (enquanto pretendia apenas “cobri-los”). Os manifestantes não representavam nem de longe a população do Brasil. Ao contrário, eles eram desproporcionalmente brancos e ricos: as mesmas pessoas que se opuseram ao PT e seus programas de combate à pobreza por duas décadas.

Aos poucos, o resto do mundo começou a ver além da caricatura simples e bidimensional criada pela imprensa local, e a reconhecer quem obterá o poder uma vez que Rousseff seja derrubada. Agora tornou-se claro que a corrupção não é a razão de todo o esforço para retirar do cargo a presidente reeleita do Brasil; na verdade, a corrupção é apenas o pretexto.

O partido de Dilma, de centro-esquerda, conseguiu a presidência pela primeira vez em 2002, quando seu antecessor, Lula da Silva, obteve uma vitória espetacular. Graças a sua popularidade e carisma, e reforçada pela grande expansão econômica do Brasil durante seu mandato na presidência, o PT ganhou quatro eleições presidenciais seguidas – incluindo a vitória de Dilma em 2010 e, apenas 18 meses atrás, sua reeleição com 54 milhões de votos.

A elite do país e seus grupos midiáticos fracassaram, várias vezes, em seus esforços para derrotar o partido nas urnas. Mas plutocratas não são conhecidos por aceitarem a derrota de forma gentil, ou por jogarem de acordo com as regras. O que foram incapazes de conseguir democraticamente, eles agora estão tentando alcançar de maneira antidemocrática: agrupando uma mistura bizarra de políticos – evangélicos extremistas, apoiadores da extrema direita que defendem a volta do regime militar, figuras dos bastidores sem ideologia alguma – para simplesmente derrubarem ela do cargo.

Inclusive, aqueles liderando a campanha pelo impeachment dela e os que estão na linha sucessória do poder – principalmente o inelegível Presidente da Câmara Eduardo Cunha – estão bem mais envolvidos em escândalos de corrupção do que ela. Cunha foi pego ano passado com milhões de dólares de subornos em contas secretas na Suíça, logo depois de ter mentido ao negar no Congresso que tivesse contas no exterior. Cunha também aparece no Panamá Papers, com provas de que agiu para esconder seus milhões ilícitos em paraísos fiscais para não ser detectado e evitar responsabilidades fiscais.

É impossível marchar de forma convincente atrás de um banner de “contra a corrupção” e “democracia” quando simultaneamente se trabalha para instalar no poder algumas das figuras políticas mais corruptas e antipáticas do país. Palavras não podem descrever o surrealismo de assistir a votação no Congresso do pedido de impeachment para o Senado, enquanto um membro evidentemente corrupto após o outro se endereçava a Cunha, proclamando com uma expressão séria que votavam pela remoção de Dilma por causa da raiva que sentiam da corrupção.

Como o The Guardian reportou: “Sim, votou Paulo Maluf, que está na lista vermelha da Interpol por conspiração. Sim, votou Nilton Capixaba, que é acusado de lavagem de dinheiro. ‘Pelo amor de Deus, sim!’ declarou Silas Câmara, que está sob investigação por forjar documentos e por desvio de dinheiro público.”

Mas esses políticos abusaram da situação. Nem os mais poderosos do Brasil podem convencer o mundo de que o impeachment de Dilma é sobre combater a corrupção – seu esquema iria dar mais poder a políticos cujos escândalos próprios destruiriam qualquer carreira em uma democracia saudável.

Um artigo do New York Times da semana passada reportou que “60% dos 594 membros do Congresso brasileiro” – aqueles votando para a cassação de Dilma- “enfrentam sérias acusações como suborno, fraude eleitoral, desmatamento ilegal, sequestro e homicídio”. Por contraste, disse o artigo, Rousseff “é uma espécie rara entre as principais figuras políticas do Brasil: Ela não foi acusada de roubar para si mesma”.

O chocante espetáculo da Câmara dos Deputados televisionado domingo passado recebeu atenção mundial devido a algumas repulsivas (e reveladoras) afirmações dos defensores do impeachment. Um deles, o proeminente congressista de direita Jair Bolsonaro – que muitos esperam que concorra à presidência e em pesquisas recentes é o candidato líder entre os brasileiros mais ricos – disse que estava votando em homenagem a um coronel que violou os direitos humanos durante a ditadura militar e que foi um dos torturadores responsáveis por Dilma. Seu filho, Eduardo, orgulhosamente dedicou o voto aos “militares de 64” – aqueles que lideraram o golpe.

Até agora, os brasileiros têm direcionando sua atenção exclusivamente para Rousseff, que está profundamente impopular devido à grave recessão atual do país. Ninguém sabe como os brasileiros, especialmente as classes mais pobres e trabalhadoras, irão reagir quando virem seu novo chefe de estado recém-instalado: um vice-presidente pró-negócios, sem identidade e manchado de corrupção que, segundo as pesquisas mostram, a maioria dos brasileiros também querem que seja cassado.

O mais instável de tudo é que muitos – incluindo os promotores e investigadores que tem promovido a varredura da corrupção – temem que o real plano por trás do impeachment de Rousseff é botar um fim nas investigações em andamento, assim protegendo a corrupção, invés de puni-la. Há um risco real de que uma vez que ela seja cassada, a mídia brasileira não irá mais se focar na corrupção, o interesse público irá se desmanchar, e as novas facções de Brasília no poder estarão hábeis para explorar o apoio da maioria do Congresso para paralisar as investigações e se protegerem.

Por fim, as elites políticas e a mídia do Brasil têm brincado com os mecanismos da democracia. Isso é um jogo imprevisível e perigoso para se jogar em qualquer lugar, porém mais ainda em uma democracia tão jovem com uma história recente de instabilidade política e tirania, e onde milhões estão furiosos com a crise econômica que enfrentam.

Fonte: Rede Globo pede direito de resposta ao The Guardian e leva fora

Jornalista provoca brasileiros: “Quem foi às ruas protestar contra Dilma colocou no poder os maiores corruptos do Brasil” – Ordem Brasil


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O jornalista Xico Sá tem provocado no Twitter os brasileiros que foram às ruas para defender o impeachment de Dilma Rousseff e com isso colocou no poder “os maiores corruptos da Odebrecht”.
As delações de 77 executivos da empreiteira implicam diretamente os ministros do atual governo e o próprio presidente, Michel Temer, acusado de receber R$ 10 milhões pedidos por ele a Marcelo Odebrecht em reunião no Palácio do Jaburu.

“Você foi pra rua contra a ‘vaca’ da Dilma, com seu machismo fdp e agora sabe que seus ídolos todos são os maiores corruptos na Odebrecht?”, alfinetou Xico Sá.

Ele também diz que o que moveu a farsa para tirar Dilma do poder foi o ódio de classe: “Não foi corrupção que levou essa gente pra rua, foi ódio de classe, empregada com carteira assinada etc”. “Todo Brasil do Bem tá na lista da Odebrecht, que gente escrota. A missão era só derrubar a Dilma, que covardes golpistas”, revolta-se o jornalista.

“O grande personagem do ano: o tiozão reaça d moleton da padaria paulistana q chamou Dilma de vaca e achava que viria depois o paraíso. O honesto da guerra seria q os paneleiros se juntassem a nós por um Brasil honesto, mas acontece que os paneleiros eram o Brasil corrupto”, diz.

“Não há um único paneleiro que não esteja na lista da Odebrecht ou de outras corrupções. Vocês estavam nas ruas protestando contra vocês mesmos. Nem todo paneleiro é corrupto, mas todo corrupto é paneleiro”, completa.

QUEM FOI QUE COLOCOU TEMER COMO PRESIDENTE?
ENQUETE NO FACEBOOK 

Fonte: Jornalista provoca brasileiros: “Quem foi às ruas protestar contra Dilma colocou no poder os maiores corruptos do Brasil” – Ordem Brasil

TSE PROVA CRlMES DE B0LSONARO!! SURPRESA NO JULGAMENTO – YouTube


Só pra dizer que há um judiciário, mesmo sem justiça.
Os ministros do TSE após várias demonstração de investigação e alegação das fake news e caixa 2, com provas contundentes e denúncias a rodo, absolvem a chapa Jail/Exército.
Com certeza já sabíamos do veredito: o golpe é inocente!
Talvez as instituições do judiciário e afins enganem a grande massa de vítimas politicas deste país, por sua ignorância estrutural; mas, não mais, as pessoas que sofrem sistematicamente os abusos das prevaricações e da impunidades históricas dos poderosos!
E sofrem com o jogo político que elimina adversários políticos, ideológicos e éticos desse sistema imoral, porque segundo a Rosa Waber contra o Jose Dirceu: “não tenho provas, mas o direito me permite lhe condenar”.
O estado de direito no Brasil é um estado de exceção, onde as regras do jogo tem dois pesos e duas medidas e muitas desculpas que não refletem os fatos. Jail, Moro, Temer, Aécio são todos inocentes até porquê as provas não valem mais que as convicções ou deduções dos aliados que julgam.
Nunca acreditei nesse julgamento do TSE, porque sempre se mostraram mais políticos que juristas.
Não ia dar em nada, como não deu, porque segundo o relator, as provas não provam nada, pura que pariu!

DE QUEM É A CULPA DAS MORTES DE MAIS DE 480 MIL BRASILEIROS?


Mas ainda bem que tiramos o PT.
Hitou, Pedro Hallal.

Fonte: (3) Facebook

BOLSONARO É GENOCIDA?


ANDA FALTANDO ORIGINALIDADE NA GLOBO E 3ª VIA NÃO EMPLACA. AÍ VÃO VOLTAR A RETRÓGRADA VIA ORIGINAL DA VENUS PLATINADA! É ISTO MESMO PRODUÇÃO?

 

Fonte: (7) Facebook

Ator José de Abreu quer se lançar como Deputado Federal para ajudar Lula a reconstruir o Brasil


O ator José de Abreu surpreendeu todos quando se propôs a abandonar sua carreira de ator para se lançar Deputado Federal pelo Rio de Janeiro.

A notícia caiu como uma bomba no meio político, por conta da popularidade, carisma e conhecimento político que o ator possui.

Estimado pela militância petista, Zé de Abreu, é uma referência no cenário artístico, sempre se posicionando politicamente e nunca escondendo sua ideologia.

Foto Reprodução

 

Zé de Abreu é apoiador fiel de Lula, sempre presente ao seu lado. Um militante apaixonado pela defesa da Democracia e Soberania do Brasi

Ele também quer ajudar Freixo no Estado do Rio de Janeiro, e para ele isso é um plus a mais.

“A junção de Lula e Freixo é irresistível”- segundo o ator

Lula tenta mudar seu pensamento e até já disse ser contra sua candidatura por acreditar que o peso político e a influência que ele tem como ator global seja extremamente grande, e como deputado isso poderia diminuir. Ele também não quer prejudicar a carreira que Zé de Abreu conquistou ao longo dos anos de forma competente e admirável.
Já o petista José Dirceu acredita que o ator possa contribuir ainda mais como deputado, pois somará sua experiência de influenciador com a expertise politica em seu mandato.
O fato é que os militantes estão entusiasmados com a ideia e já se unem em prol de sua campanha como deputado Federal pelo Rio de Janeiro.
Por Kátia Figueira de Oliveira

Fonte: Na Redação: Ator José de Abreu quer se lançar como Deputado Federal para ajudar Lula a reconstruir o Brasil

MEGA MANlFESTAÇÃO TOMA AS RUAS AGORA! O POVO SAI ÀS RUAS EM MULTIDÃO QUER O lMPEACHMENT DE BOLS0NAR0 – YouTube


MEGA MANlFESTAÇÃO TOMA AS RUAS AGORA! O POVO SAI ÀS RUAS EM MULTIDÃO QUER O lMPEACHMENT DE BOLS0NAR0

“Nosso lugar não é com os EUA, mas é a independência, ao lado da China” diz Dilma na Escola de Estudos Latino Americanos


Luíz Müller Blog

Em aula promovida pela Escola de estudos latino-americanos e globais (Elag), a ex-presidente Dilma Rousseff fala sobre o desenvolvimento econômico chinês e sua influência na América Latina, e denuncia o papel nocivo da submissão aos Estados Unidos

Baseada na apresentação de Dilma Rousseff

O texto a seguir é uma adaptação da 3ª aula, dada pela ex-presidenta do Brasil Dilma Rousseff, do Curso internacional “Estado, política e democracia na América Latina”, daEscola de estudos latino-americanos eGglobais (Elag).

China e América Latina

Desde a crise financeira de 2008, o crescente atrito entre a China e os Estados Unidos tornou-se aparente. Durante o governo Obama, e mais ainda no governo Trump, de forma declarada e aberta, os atritos aumentaram. A pandemia da Covid-19 acelerou essas tendências.

Nesse contexto, a China vem utilizando um manejo mais sofisticado do chamado “soft power”. Durante a 73ª Assembleia Geral da Organização Mundial da…

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Tariq Ali: “Você olha para Sergio Moro e não vê a cara da Justiça” – Agência Pública


Defender Julian Assange é defender o direito que as pessoas têm de saber como estão sendo governadas. É essa a opinião de Tariq Ali, intelectual e escritor paquistanês que lança em agosto o livro “Em Defesa de Julian Assange” (In defence of Julian Assange), que reúne textos de Noam Chomsky, Daniel Ellsberg, Chelsea Manning, Ai Weiwei e Slavoj Žižek, entre outros autores, analisando a situação do australiano fundador do Wikileaks. A autora desta entrevista também colaborou para o livro, que está em pré-venda, em inglês, no site da editora ER Books. Toda a renda será revertida para a organização Courage Foundation, que auxilia Assange e apoia pessoas que vazam informações.

Julian está atualmente preso na Inglaterra e aguarda o desfecho de uma batalha na justiça britânica sobre um pedido de extradição feito pelos Estados Unidos com base em seu trabalho de divulgação de documentos referentes às guerras do Iraque, do Afeganistão e das embaixadas americanas pelo mundo.

Nessa entrevista à Pública, Tariq Ali associa a perseguição a Assange à reação de governos contra os movimentos revoltosos que se seguiram à crise de 2008, e afirma que sentiu que era preciso fazer algo para mostrar que ainda hoje há pessoas que não acreditaram nos repetidos ataques à reputação do criador do Wikileaks. “Eles querem punir as pessoas que fornecem informações para as pessoas comuns, porque as elites que controlam nosso mundo hoje tratam as pessoas como crianças. Então o motivo principal é criar um exemplo e deixar as pessoas com muito medo, dizendo, se você vazar algo é isso que vai acontecer”. Tarik também comentou a polícia brasileira e o atual momento do país. Para ele, a vitória de Jair Bolsonaro “foi o crime mais devastador da direita e ultradireita Latinoamericana”.

Irving Tobias/Secretaría de Cultura CDMX

Fonte: Tariq Ali: “Você olha para Sergio Moro e não vê a cara da Justiça” – Agência Pública

Por que Paulo “Jegues” e o capitão estão levando o Brasil a um naufrágio inevitável. Leia didático artigo sobre as razões do desastre anunciado:


Luíz Müller Blog

Não é possível explicar as razões da tragédia num tuite. Por isto reproduzo o tragicômico Tuite do Milton Rosa antes do esclarecedor e didático artigo publicado no Portal da CUT. Como mostra o artigo, a Inflação já atingiu 2 dígitos. Mas esta é a “oficial”. Por que a da Cesta Básica de Alimentos, esta já subiu bem mais e em algumas capitais o aumento já passa de 30%:

Leia o tuite do Milton Rosa, por que é melhor “rir pra não chorar”, como diz o ditado. E leia o Artigo da CUT:

Fora do controle:…

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 40 CONTRATOS DE CORRUPÇÃ0!! OMAR AZIZ REVELA LIGAÇÕES DO FIB BANK COM B0LSONARO E RICARDO BARR0S!! – Vídeo do YouTube


Fux frustra o 2º golpe de Heleno


Fux e os demais ministros do Supremo com os quais trocou ideias, em especial Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes, agiram como um verdadeiro Estado Maior

A cândida (?) ingenuidade do GDF (como tratam em Brasília o governo do Distrito Federal) não pegou o presidente do Supremo, Luiz Fux, desprevenido. Fux, praticante de jiu-jitsu desde os 26 anos, quando, instado por colegas do curso de Direito na PUC-Rio, ao contar o roubo de um relógio na praia, enquanto mergulhava no mar, recorreu à arte da defesa pessoal e, com os amigos, que já treinavam em academia, surpreenderam e imobilizaram o grupo de gatunos num outro dia e recuperaram o relógio. Ao longo de quase meio século atuando nos quadros da Justiça, Luiz Fux passou também a praticar a arte da “defesa institucional”. No começo da semana, sentindo as pesadas nuvens (não de chuva que precisam cair no Planalto Central para recuperar gramados e a vazão das nascentes e rios que alimentam os lagos das usinas hidroelétricas do Centro Oeste e Sudeste) que pairavam no ambiente político, ele advertiu autoridades militares para o que poderia acontecer.

Fux e os demais ministros do Supremo com os quais trocou ideias, em especial Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes, agiram como um verdadeiro Estado Maior, unindo as informações recolhidas por fontes próprias, incluindo a imprensa, já que órgãos de informação do governo, a começar pela Polícia Federal e a Agência Brasileira de Informação (Abin) há muito foram instrumentalizadas por Jair Bolsonaro. Havia o cuidado de não vazar preocupações com interlocutores pouco confiáveis. Era sabido que desde sexta-feira (3 de dezembro) os hotéis de Brasília foram sendo tomados – especialmente os mais baratos. Isso indicou o deslocamento antecipado de número razoável de pessoas com alguma capacidade financeira – ou contempladas com algum suporte. No dia 6, quase todos os hotéis mais baratos de Brasília estavam lotados. A partir das 12h, a PM do Distrito Federal iniciou os planos de isolamento da região central da cidade (a Esplanada dos Ministérios) como parte do plano de segurança que é imposto compulsoriamente em dia de manifestações.

Tão logo soube da primeira invasão da Esplanada, por caminhões pesados, sob a resistência passiva da PM, o presidente do STF telefonou ao general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, comandante do Exército, a principal força armada do país e com o maior contingente em Brasília. Fux narrou a situação e disse que se a sede do tribunal fosse alvo de vândalos, pediria oficialmente ao presidente Jair Bolsonaro o emprego das Forças Armadas numa operação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) no DF. Ao fazer isso, Fux instou o Exército a não ficar alheio à situação. Qualquer dos três Poderes da República pode pedir uma operação dessa natureza, mas ela só é deflagrada se o presidente da República autorizar. Antes de fazê-lo, o presidente consulta os ministros da Defesa (general Braga Neto) e do Gabinete de Segurança Institucional (general Augusto Heleno). Assim, alertado por Luiz Fux, o general Paulo Sérgio ordenou ao general Rui Yutaka Matsuda, responsável pelo Comando Militar do Planalto, para que entrasse em contato com o presidente do Supremo. Enquanto isso, Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes, sem conseguir falar com Ibaneis (o telefone não atendia) ligaram para Gustavo Rocha, chefe da Casa Civil do governo do Distrito Federal. Evitaram ligar para Júlio Danilo Souza Ferreira, o secretário de Segurança Pública, delegado da PF. Ferreira é próximo a Anderson Torres, ministro da Justiça, dos mais fiéis servidores de Bolsonaro.

Rocha garantiu a Gilmar e a Alexandre que tomaria providências para reforçar a segurança do prédio do tribunal. De fato, a Polícia Militar montou nova barreira na Esplanada à altura do prédio do Itamaraty. Dali ninguém passaria, como não passou. Com o apoio do Exército, a arma mais poderosa das Forças Armadas, os ministros do STF estavam convencidos de que não haveria golpe, sequer um ensaio de golpe. Mas se bolsonaristas armados, militares da reserva e policiais tentassem algo parecido? A madrugada foi de extraordinária tensão, e não só para os ministros do Supremo. A tensão diminuiu, quinta-feira, 8, mas não se evaporou. A Esplanada continuou interditada porque bolsonaristas se recusaram a sair com cerca de 40 veículos. De cima de um carro de som, sucediam-se oradores renovando a ameaça de invasão do prédio do Supremo para agredir os ministros que encontrassem. O governo do Distrito Federal poderia multá-los, prendê-los e rebocar os veículos. Nada fez.

Fonte: Fux frustra o 2º golpe de Heleno

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